Existe um moço muitíssimo importante na minha vida que já me aturou muito. Eu também já tive de lidar com muita bobagem dele. Ano passado tive uma madrugada horrenda durante minha crise depressiva e ele ficou horas comigo ao telefone tentando me acalmar (ele não mora aqui).
Sequer lembro direito o que conversamos, mas sei que ele moveu mundos e fundos pra alguém “me salvar”. Bom, salvou.
Até que essa semana eu tive uma recaída bem fodidinha. Foram três dias toda cagada, sem querer levantar da cama ou resolver qualquer coisa. Tomei dois banhos só. Me alimentei de pizza, pipoca, coca cola e brownie. Tive taquicardia, crise de choro e toda a merda que vem junto com uma crise.
E fiz drama. Ah, como fiz drama.
Este moço, por estar próximo demais de mim (ainda que virtualmente), teve de aturar. “Você não me ama”, “você vai me abandonar como todo mundo”, “você nunca vem pra São Paulo pra me ver”. Resmunguei demais.
Ele, sem paciência, disse que eu tinha que parar de “parecer depressiva”.
Para o mundo.
PARECER depressiva?
Que porra é essa?
Eu sou depressiva e nunca escondi isso de ninguém, especialmente dele. Pelo contrário, aliás: a gente se reaproximou justamente quando ele leu aqui no blog que eu estava mal.
Fiquei irada.
Reclamei no Twitter algo como “a próxima pessoa que disser que ‘pareço depressiva’ vai tomar um soco na cara”. Completei dizendo que eu não era “bipolar de Twitter”, como muita gente por aí se vangloria, sem saber quão horrível é ter um transtorno do tipo.
Eis que imediatamente recebo um reply de uma garota que jamais havia interagido antes:
“parece depressiva”
Hã? Eu demorei a entender um pouco o que estava acontecendo. Podia ser um desses haters imbecis que querem qualquer motivo mínimo para zoarem os outros, mas não. Era gente-como-a-gente. Ou não, porque eu jamais faria isso.
Respondi:
“A sua sorte é que você está longe e não vai tomar o soco prometido.”
Ela não se satisfez e copiou duas seguidoras minhas reclamando que eu queria bater nela virtualmente, e ainda disse “pessoa com depressão não tem vontade de bater em outras! brinks.”. Eu a bloqueei e deixei pra lá. Como as meninas (por quem nutro muita estima) foram interpelá-la pela ~brincadeira~ sem graça, a moça respondeu:
“ai, gente, sério? eu não vou ficar pedindo desculpa e de mimimi pq alguem se ofendeu c/isso.”
Depois se vangloriou:
“vou te confessar, fiquei excitada com a minha primeira treta no twitter! \o/ demorou taaaanto. e o melhor: foi sem querer!”
Já tem um tempo que eu não levo mais as agressões pro lado pessoal, como fazia outrora. Eu sinceramente não penso que é comigo, Letícia. Talvez seja um jeito de me preservar, talvez seja porque eu tenho taaaaaaaaanto a resolver na minha vida pessoal e com meus amigos e familiares que não faz sentido me importar com o que desconhecidos falam de mim.
Porém, eu não consigo ficar totalmente alheia porque sei que gente que faz isso comigo também age assim com todo mundo. E eu recebo diariamente e-mails e comentários de pessoas que sofreram bullying. Na família, na escola, do namorado, de desconhecidos.
E eu posso imaginar quanto essas coisas machucam e prejudicam o pleno desenvolvimento da autoestima. Mas o comportamento dessa moça mostra como certas mentes são apenas desequilibradas. Elas querem que você se sinta mal. Elas se gabam de fazer o mal.
Eu não estou dizendo que não devemos menosprezar as críticas que nos fazem. Às vezes elas nos fazem perceber atos que nem nos tocamos de quão prejudiciais são. Mas o meu conselho é que levemos a sério os conselhos recebidos por quem nos quer bem, que nos pega pela mão com delicadeza e tenta nos ajudar a superar algum defeito que porventura tenhamos.
De resto, trata-se apenas de perversão. Esqueça a ideia “sexual” que lhe vêm à cabeça ao pensar no termo. Já conversei com a minha psicanalista a respeito, mas basta uma rápida lida na wikipedia:
Os perversos sugam recursos e energias de outras pessoas para se manter existindo
Um perverso procura estabelecer relações mais intimas com aqueles que se assemelham com ele ou por quem ele tem inveja.
Cuidado com quem você se relaciona. Cuidado com quem você deixa chegar perto. Alguns só querem te apunhalar. Too bad for them que daqui eles não se aproximam mais.


Um pouco fora do assunto, mas eu queria adicionar mais uma doença a qual as pessoas vivem dizendo levianamente que tem: TOC. Já li inúmeras vezes no twitter, facebook e etc pessoa falar: ai, tenho TOC com tal coisa. Isso é uma doença tão séria quanto depressão. As consequencias na vida de uma pessoa que tem essa doença são gigantes. Minha mãe sofre disso, e é um sofrimento ainda maior que a depressão que ela também tem. Fico puta quando fazem pouco disso.
Povo anda muito sem noção mesmo. O que parece é que são tão infelizes e solitárias que, de tão acostumadas a se relacionar ‘virtualmente’, esquecem que do outro lado da tela existe uma PESSOA – real, humana, de verdade – com sentimentos, vida própria, cérebro. Com uma mente tão pequena, essas pessoinhas olham p frente e o máximo q conseguem ver é um monitor, um objeto inanimado, e tratam os que vêm ali como tal.
Não é de surpreender que a grande realização do dia dessa ~cidadã~ seja uma ‘treta’ no twitter… Lamentável!
Mas é bem o que vc falou mesmo, Lê, devemos considerar apenas os conselhos dos que nos querem bem, pq são esses que conhecem nossas qualidades e nossas fraquezas e nos amam sem distinção.
O resto é puro achismo…
Bom, acho que as pessoas vão pra net e falam o que bem entendem, sabendo exatamente que isso pode gerar reações não esperadas.
Não defendendo quem te agrediu, mas se alguém nos chama de uma coisa e nos ofendemos, é falta de convicção. Se você sabe qual é o seu problema, que não é algum tipo de frescura, logo, não deveria ter dado atenção.
Você já parou pra pensar que você não sai parando as pessoas pelas ruas falando sobre seus problemas? Já parou para imaginar que caso você fizesse isso, poderia ouvir coisas boas e coisas ruins? Pois é, na net, você solta algum comentário e aquilo se torna público e isso realmente vai gerar uma reação, não tem jeito.
Qual seria a solução?
Se vc vê um doente na rua (algum portador de deficiência, alguém que já teve câncer na boca e usa aquele negócio no pescoço, etc), você faz piada?
O fato de falar sobre um assunto pessoal na internet não quer dizer que se esteja pedindo opinião de ninguém, ainda mais ofensas de pessoas que nem a conhecem!
Não existe desculpa pra grosseria gratuita, intromissão na vida alheia, fazer piada com os problemas dos outros… Nem na net e nem fora dela!
Grosseria é feio, fazer piada com os problemas dos outros, além de feio, é insensível.
Não defendi a garota que fez piada, só defendo que a net é totalmente diferente da vida real, da vida fora dela.
Se você briga com o seu namorado, isso é um exemplo, você conta isso na rua onde mora? Não, sabe o motivo? Você jamais vai querer se expor, pois inevitavelmente, mesmo que as pessoas não tenham nada a ver com a sua vida, isso gera uma reação. Sem querer, você introduz essas pessoas para um círculo da qual elas não deveriam fazer parte: sua vida particular.
Na net, as pessoas clicam ali, acabam lendo algo, algumas discordam ou fazem piadas, mas puramente por terem se sentido livres para o mesmo. Sendo correto ou não.
Sem dúvida, é totalmente errado se expor tanto na internet.
Claro. A culpa é da vítima (isso foi uma ironia).
Em algum momento eu defendi a piada?
E quando falei de problemas, digo os internos, os mais íntimos, que jamais devem ser expostos para todos.
Pq jamais? Quem diz isso?
O q vc está fazendo no blog de uma pessoa que expõe problemas íntimos?
Letícia, eu te ataquei?
Posso estar errado, mas acho que você encara a minha opinião como uma crítica mais severa, quando nem é.
Boa noite. =)
Fala aê lindona!
Então… ando sumido do seu blog e do Twitter, mas não é pq te esqueci não viu?! Tenho vc todos os dias nas minhas preces.
Enfim… vamos ao assunto bullyng..
Gente isso é uma nomina muito recente ecomo tal algo que foi tanto tomando uma proporção de estudos sérios como foi balaizado.
Falo com conhecimento de causa, pois sou professor de educação física e de kung fu, trabalho com crianças e adultos e sempre ocorre zuação entre as pessoas a questão é: quando a brincadeira começa a tomar um tom de escárnio, aí se caracteriza o bullyng.
Contudo, para isto acontecer não depende apenas da atitude do bullier (aquele que deprecia à vítima, sim gente, é bullier, não bulinador.. hehe) mas também da própria receptor.
Tenho dois exemplos muito clássicos na minha própria família: eu e meu afilhado.
Eu sempre fui zuado na infância pois sou bem branco (então já me chamaram de Parmalat, gasparzinho, entre outras tantas coisas que já perdi aconta), tenho um sobrenome diferente o que ocasionou trocadilhos incômodos (Fada, Fidel, etc) e minha compleição física não era das maiores, sem falar nos óculos. Ou seja, é possível ter uma idéia de como minha vida escolar foi né?!
Já meu afilhado, é magrelo (mais do que eu já fui), altão (quase do meu tamanho e só tem 12 anos), calça o mesmo que eu (42), já repetiu de ano duas vezes e é um bobalhão (inocente, não tem mta malícia, etc).
Mas onde quer chegar?!
A questão toda é a personalidade!
Eu sempre fui explosivo, então como reagi aos insultos? Respondendo. Criava trocadilhos, fazia piada de modo que a outra pessoa ficasse sem graça e se fosse o caso de não ter resposta eu simplesmente dava aquele olhar de menosprezo que já era suficiente para irritar a pessoa e depois de algumas novas tentativas eles paravam.
Meu afilhado é pacato, nunca responde e o que acontece com ele? Continuam e o menino fica amoado, vai adiquirindo vários complexos comportamentais e sabe-se lá o futuro como vai ser.
Em resumo: Ninguém pode te afetar se você assim desejar!
Que te chamem de puta, viado, retardado, gordo, magrelo, etc. Vc é? Se não é ignore, se for use isso para responder ou simplesmente menospreze.
Letícia do meu coração… por maior que seja sua tristeza para te levar à crises deprecivas procure ter um papel anotado com tudo de bom que tem na sua vida pois qndo a crise vier e s´os pensamentos ruins ocuparem sua mente, vc vai ter as coisas boas estampadas àsua frente.
É tudo uma questão de atitude mental! E a sua mente, mulher, é muito forte, só vc redescobrir isso!
Um grande beijo!
Fica pra vc uma mensagem do querido Charles Chaplin chamada: Antes que marque meia noite..
“Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer antes que o relógio marque meia noite.
É minha função escolher que tipo de dia vou ter hoje.
Posso reclamar porque está chovendo ou agradecer às águas por lavarem a poluição.
Posso ficar triste por não ter dinheiro ou me sentir encorajado para administrar minhas finanças, evitando o desperdício.
Posso reclamar sobre minha saúde ou dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado tudo o que eu queria ou posso ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou agradecer por ter trabalho.
Posso sentir tédio com o trabalho doméstico ou agradecer a Deus.
Posso lamentar decepções com amigos ou me entusiasmar com a possibilidade de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está na minha frente esperando para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, o escultor que pode dar forma.
Tudo depende só de mim. (Charles Chaplin)”
Nao,Leticia,nao se deve fazer piadas com doenças dos outros, com separações dos outros, com quaisquer constrangimentos ou dissabores que os outros possam ter, incluindo ai limitações físicas, mentais, culturais, financeiras e tudo o mais,claro. Mas ,responda : E a maioria ou e a minoria que concorda comigo? Eu nao sei ,de verdade.
Minoria.
Respeito a posição de uma pessoa depressiva.
Mas acho que, às vezes, falar repetidas vezes “sou depressiva! Sou depressiva!” só piora a situação…
Sigo o blog há muito tempo. Gosto da maneira como escreve, mas ler a mesma coisa por tanto tempo e ver que você, por muitas vezes, joga a “culpa” de sua doença em outras pessoas é angustiante.
Às pessoas fazem o que podem! Viver ao lado de uma pessoa depressiva, que coloca esse peso em cima de você, e não consegue procurar outros meios para se ajudar, sim porque além de terapia, remédios e tudo mais, existem N alternativas pra tentar amenizar essa doença… Exercícios físicos, alimentação, envolvimento social… tantas opções!
Claro que quando a crise pega é difícil encarar! Mas você algum dia já imaginou como essas mesmas pessoas se sentem quando vêem você nessa situação e simplesmente não sabem o que fazer? Como elas também se magoam, se entristecem?
Eu sou depressiva diagnosticada! Tomo medicamentos! Sabe como tudo isso começou?
Meu irmão faleceu. Acidente de moto. Assim, bem de repente…
Minha mãe que é depressiva entrou numa crise terrível e eu, por não saber como ajudar e me sentir de certo modo culpada, cai nessa armadilha também!
O desespero de não saber como ajudar uma pessoa depressiva me levou a depressão! Vê-la me culpar por não estar presente ao lado dela, por não ter impedido meu irmão de comprar uma moto enquanto meus pais viajavam, por ter morado fora por t
Não exija tanto assim dos seus amigos!
Oi? Eu não exigi nada dele. A gente continua amigo igual. Eu estou falando de uma pessoa DESCONHECIDA no twitter. Meu amigo continua meu amigo e ele é um lindo. Aliás, literalmente.
Meu bem, seu cu não tem inveja da quantidade de merda que sai da sua cabeça não? Beijos
Adorei! Posso utilizar essa frase tb?
Pura verdade o mundo tá cheio de gente perversa e ainda se acham umas santinhas, quando acham uma oportunidade de sacanear alguém não pensam duas vezes .Por que elas são assim ?vc sabe?
Tenho desconfianças. :)
Eu ando tão decepcionada com o ser humano… É tanto egoismo e tantos pré julgamentos, que estou com medo de confiar e me aproximar das pessoas.. :(
Obrigada por brigar no twitter. Isso me fez descobrir sua @ e blog. Aliás, que descoberta!
Hahahahha isso foi um elogio ou uma crítica? Tô com medo!
Oi Leitica
Fui eu quem fez o comentário no twitter. Fiquei sabendo desse post ontem, reunida com amigas – que te conhecem na internet aqui do blog, do twitter e de uma certa lista de discussão -, e quando eu contei sobre nosso simpático diálogo no twitter elas me olharam surpresas e falaram desse post. Ninguém jamais imaginaria que tivesse sido eu.
Logo eu, uma das pessoas mais sensíveis que elas conhecem; logo eu que já sofri tanto bullying na vida; logo eu, que tenho um pai depressivo que vez ou outra tem que ser internado; logo eu, que ajudei tanta gente com seus problemas pessoais; logo eu, que sou tão engraçada nos churrascos da turma; logo eu, que sou zoada por ser vegetariana, ciclista, feminista, evangelista de software livre, e metaleira.
Pois é.
Amiga, a única coisa que eu vou te dizer é que eu seguia seu twitter há muito tempo, do tempo que eu lia os excelentes posts aqui sobre putarias lindas e libertadoras, e escolhi parar de ler depois que você passou a reclamar demais – na minha opinião. Não te condeno, acho que vc tem que escrever o que der na telha, o blog é seu, e o alt+f4 tá aí para quem não quer ler. Né? Foi o que eu fiz.
Eu não fazia idéia se você era depressiva ou não, eu dei o meu primeiro reply para você porque pensei que seu twitt era uma brincadeira. Eu quis brincar, bancar a engraçadinha. Mas ow, você não gostou. Você tem 5 mil seguidores e não gostou do que eu respondi, em tom de brincadeira/deboche, logo eu, que nunca tinha falado com vc. Logo eu, que vc nem sabia quem era.
E olha, eu teria pedido desculpas humildemente pela atitude com qualquer pessoa, mas dessa veze decidi que não.
Não. Dessa vez não.
Porque a porra do twitt foi publicada na internet, para qualquer um ler e responder como bem entendesse. Você correu esse risco. Quando você clicou o SEND da sua mensagem, você fez uma escolha. Quando você, na posição de depressiva, escolheu compartilhar suas dores na internet, você sabia bem o que estava fazendo.
Eu jamais pedirei desculpa pela grosseria, porque seria um papelão sem tamanho. Aliás, nem acho que foi grosseria,acho que foi uma brincadeira infeliz. Só isso.
Eu jamais quis te insultar, eu quis brincar com você.
Agora, se você diz que ‘brincar com a dor dos outros’ é uma sacanagem, amiga, não poste suas dores no twitter porque sempre vai ter alguém que pode não interpretar como você queria.
Fui o/
Eu não te conheço. A piada não teria graça nem mesmo se você fosse minha amiga.
E, por favor, não envolva terceiros na sua palhaçada.
Deixa eu entender… Todo mundo tem que entender a sua questão, mas vc ñ pode considerar que a outra pessoa fez uma brincadeira infeliz?
Olha, esse post é de quinhentos anos atrás. Não vou mesmo discutir a respeito dele.
imagino como você deve ter ficado revoltada mesmo. até porque numa crise dessas qualquer ofensa vira uma tempestade.
me identifico contigo, pq mesmo sem ter transtorno bipolar de modo “pleno” (meus sintomas são esporádicos), ainda tenho que tomar remédio pra conseguir levar uma vida normal. há uns dois anos atras comecei a tomar, tomei um ano, parei porque tinha melhorado, e agora tive uma recaída braba e tive que voltar. e é muito difícil fazer os outros entenderem como é sofrido, como dói, como ferra com a vida da gente, como nos faz ter que abdicar de responsabilidades. e cada crise parece um poço sem fim, não para nunca de cair.
dói muito quando alguém faz pouco caso disso. até a família faz, as pessoas que moram contigo, que veem tudo acontecendo.
é bom saber que pelo menos nao estamos sozinhas nesse buraco.
Eu so lamento a parte onde voce se expoe publicamente no twitter e se chateia ou nao ver como justo o reves adquirido.
Se a curiosidade bater: nao, nao sou usuario do twitter. Prefiro usar o Facebook pois la eu seleciono quem podera ver ou nao o queeu publico. Em sua grande parte futilidades que encontro pela internet.