Massagem tântrica: orgasmo sem beijo? Thanks but no, thanks

Quando li a primeira reportagem sobre massagem tântrica, eu imediatamente fiquei curiosíssima. Mas o preço era salgado demais para simplesmente experimentar, como quem vai ali ao cinema – e ainda paga meia.

Mesmo escrevendo sobre sexo – e, então, com mais vontade ainda de contar pra vocês como é -, eu fui adiando a experiência. Tinha um pouco de receio de como eu me sentiria com uma pessoa desconhecida me estimulando eroticamente (sem ser sexo!), mas a grana era o impeditivo. Afinal, a massagem custa R$ 400.

Um dia decidi ir. Liguei pra terapeuta, tirei algumas dúvidas e marcamos para o fim do dia. Quando cheguei lá – uma casa na região do Paraíso, bairro aqui de São Paulo, ainda que o nome seja bem apropriado para essa história -, pedi para tomar um banho, pois havia passado horas na rua.

A terapeuta me indicou o banheiro. Toalha e roupão já estavam à minha espera. Tomei uma ducha e voltei ao quarto onde a massagem aconteceria. Naquele momento percebi quão confortável eu sou com a nudez. Tirei o roupão com a luz ainda acesa e deitei no colchonete completamente pelada.

Ela apagou as luzes, ligou um abajur e pôs música. Era coisa meio viajante tipo, sei lá, Enya. A terapeuta pediu para eu fechar os olhos, relaxar, me entregar aos sentidos. Eu NUNCA relaxo. Então fiquei prestando atenção em tudo. Ouvi o barulho dela colocando as luvas, pegando o lubrificante…

Mas a situação que me fez me dar conta do que eu tinha ido fazer ali foi quando ela passou a mão delicadamente entre minha barriga e virilha – onde sou muito sensível. Rolou um desconforto automático e idiota. Eu senti prazer e tesão, e aquilo não fez sentido pra mim. Afinal, eu estava sendo massageada por uma estranha (!), mulher (!!), sem intenção de sexo (!!!).

Hoje me sinto boba admitindo isso; o pensamento na hora, porém, foi de que havia algo errado. Não falei nada e ela continuou com a massagem.

Depois de *preparar o terreno*, ela colocou litros de lubrificante na minha buça e passou a massagear o clitóris. Faz todo sentido: é preciso irrigar a região, assim como se faz com pintos. Ela ficou alguns minutos se dedicando a isso. Sentia ela segurando o clitóris com uma mão, puxando-o de vez em quando, e fazendo movimentos de sobe e desce com a outra.

Até aí, ok. Parecia algo mecânico. Bom, era. Até ela ligar o bullet. Ouvi o ruído e já sabia o que viria. No segundo em que ela encostou o vibrador no meu clitóris, eu gozei. Literalmente NO MOMENTO EM QUE ELA ENCOSTOU.

Ela não tirou ele de lá. Então gozei de novo. E de novo. Só com o estímulo clitoriano. Ela passou então a me massagear internamente, e comecei a sentir um incômodo, uma vontade louca de fazer xixi. Pra completar, eu me movo quando gozo e tirei o colchonete de lugar – na minha mente, na próxima vez eu ia bater a cabeça com a parede.

Relaxamento? Nem pensar.

- Quero fazer xixi.

- Faz.

- Como assim, faz? Você tá com a mão na minha buceta, não vou fazer xixi em você!

- Faz, não se preocupa. Relaaaaaaaaxa.

- Eu vou molhar tudo.

- O colchão é impermeável. Pode fazer.

E o que era uma massagem tântrica virou uma discussão sobre fazer ou não fazer xixi.

Eu não fiz – e o que eu sentia não era vontade de urinar, mas algo que muitas mulheres relatam: antes de ejacular, a sensação é bem comum. Eu já havia sentido isso antes, mas, bom, eu parei de transar e fui ao banheiro (e saíram duas gotas de urina).

Sentir isso e continuar sendo estimulada? Foi a primeira vez. E eu não gostei. Talvez porque eu não tenha conseguido me desligar de tudo o que estava à minha volta, talvez porque exista uma hora que você precise parar de estimular, mesmo. Mas ela insistiu. Ela sabia o que estava fazendo, afinal. E continuou lá com os dedos dentro de mim e o bullet no meu clitóris.

Eu gozei não sei quantas vezes. Não contei (pelo menos dessa parte eu consegui desencanar). Mas a região externa da minha buça ficou extremamente sensível, quase dolorida. Passou logo; não foi exatamente um problema, mas essa coisa de ser estimulada non stop durante uma hora talvez não seja pra mim.

No final, eu queria beijar a terapeuta na boca. De verdade. Não como agradecimento ou porque sou uma tarada, mas sim porque orgasmo com outra pessoa, pra mim, está diretamente relacionado à troca.

Ao contrário de todas as reportagens que li sobre massagem tântrica, definitivamente isso não é pra mim.

***

Mas é preciso fazer um adendo: segundo a terapeuta, muitas pessoas com problemas como vaginismo ou ereção têm melhora com a prática regular da massagem. Não duvido desses benefícios, mas a R$ 400 a sessão fica difícil manter isso como *costume*.

O que eu senti vontade, por outro lado, foi de aprender a fazer a massagem. Em homens e em mulheres. Os primeiros pelo motivo óbvio, e nas mulheres para poder contar pra vocês e também para eu me autoestimular. Mas aí são outros R$ 1 500. Talvez em outra vida.

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63 pensamentos em “Massagem tântrica: orgasmo sem beijo? Thanks but no, thanks

      • oi, olha eu faço o curso de terapeuta tântrico e AMEI seu relato hahaha. Mas eu creio que vc achou uma pessoa que cobra caro viu, bem caro mesmo. Sei de profissionais bons que cobram 250 R$. Mas aí vai de cada um. Queria q vc contasse uma coisa, ela só massageou sua vagina? ou massageou o corpo todo?
        bj

  1. Me diverti horrores com esse relato. Eu já li muito a respeito de massagem tantrica, tentei “aprender em dupla”, mas nunca cogitei ir a uma especialista. Acho que eu nem saberia por onde começar a procurar.

    Agora eu queria aprender a fazer todos os tipo de massagem. Desde a relaxante comum (dessas que fazem em clinicas de beleza), até a tantrica. É muito legal dar prazer a outra pessoa.

  2. Muito interessante a sua experiência. Quando vi a reportagem sobre o local fiquei muito curiosa em experimentar e a expandir meus sentidos e o autoconhecimento. Oque me fez pensar na possibilidade, além do preço salgado, era se eu realmente ficaria relaxada pra ser estimulada dessa forma. Acredito que ficaria tensa assim como você ficou, mas isso não quer dizer que não teria a coragem e a desenvoltura para estar lá.
    Agradeço por dividir essa experiência conosco, estou há muito tempo acompanhando você, mais reservada, e desejo muita luz e sucesso em sua vida.
    Beijos,
    Michele

    • Michele, não me faltou coragem. Depois a gente ficou batendo o maior papo, ela me contou várias coisas sobre os benefícios da massagem. O único desconforto foi na hora (q eu falo no texto) em que me toquei que havia *algo diferente*. Foi tudo numa boa e ela tentou me deixar super confortável.

      Mas eu ainda prefiro um mocinho, mesmo. Gozar por gozar, sem interação, não me atrai (masturbação é um caso à parte).

      Obrigada pelas boas energias. :D

  3. Nossa, muito obrigada por compartilhar conosco… Vc é ótima mesmo. Essa coisa de fazer xixi, eu sinto TODA vez que transo com o meu marido, e é a mesma coisa, vou lá e faço duas gotas. E ele fala a mesma coisa que a sua terapeuta: faz, relaxa, não pensa… Mas a idiota aqui não relaxa. Queria muito ter a coragem de fazer essa massagem, pra ver se enfim aprendo a relaxar e “fazer xixi” rs, pois é só o que falta pro nosso sexo ser perfeito… Adoro vc e seu blog!

  4. Nadia, bem ignorantona a pergunta, mas é de coração: quando vc fala em ejacular é gozar ou aquela parada que vários médicos falam sobre estimular o ponto G e sair um líquido mesmo? porque eu sempre sinto isso, até mesmo quando estou me masturbando. gozar e ejacular seria diferente então?
    beijo

  5. Adorei o relato de sua experiência. Já tinha ouvido falar dessa massagem, mas nunca procurei saber como ela é de fato, foi esclarecedor, assim como esse “fazer xixi”, vou ter que aprender a relaxar.rs.
    Quanto ao preço heim, vou esperar um pacote em algum site de compra coletiva, quem sabe….kkkk

    Adoro seu blog. Tudo de bom :D

  6. Muito interessante o relato. Às vezes tenho a impressão de que há muitos mitos sobre o tântrico e pocua informação real.

    Não sei se é teu interesse, mas talvez fosse bom entrevistar alguém que trabalhe com isso ou pratique no blog.

    Quanto ao preço, se comparar com o que alguns conhecidos gastam em atividades que os fazem relaxar/ gozar, o preço não é tão caro assim.

  7. Bom, eu nao sabia que nesse tipo de massagem se usava o vibrador, eu pensava que se conseguia gozar sem o uso desse artificio, porque senao, desculpe, mas é logico gozar.

    Quanto à vontade de fazer xixi quando se é estimulada demais, eu já confessei aqui em um post seu que me iniciei na arte do orgasmo muito tarde. Como nao conseguia chegar ao orgasmo nem por masturbacao nem com sexo, comprei um vibrador clitoriano (naquela epoca os penianos me provocavam uma certa angustia). Nada acontecia, achava mesmo que tinha alguma coisa errada comigo. Entao um dia relaxei e deixei a imaginacao rolar. Entao fui sentindo algo estranho. Parei, contnuei, parei…. depois de muitos vai e vems mixei ou ejaculei, nao saberia dizer, acho que ejaculei porque nao tinha cheiro algum. E claro gozei. Durante os primeiros anos de descoberta do orgasmo tinha essas “ejaculadas” ou mixadas, realmente nao saberia dizer. Mas agora eu ja mesmo estando horas me estimulando e me auto massageando tantricamente (porque quando me masturbo eu em dedico mesmo) nunca mais mixei ou ejaculei. Fico pensando se nao eram orgasmos de anos e anos acumulados.

    Agora Leticia, eu nao pagaria 400 pilas por uma dessas massagens tantricas, pra mim isso foi massagem erotica com a ajuda do vibrador e isso fica mais barato comprando o proprio vibrador.

    Desculpe a minha ignorancia.

    • Lia, é massagem tântrica sim.

      Mas eu não pagaria de novo.

      Sobre você: já que não tinha odor, provavelmente foi ejaculação mesmo. Me conta: hoje você usa vibradores penianos sem sentir essa angústia que você relatou?

  8. Oi Letícia, uso sim e adoro. É q meu começo como comentei uma vez foi não só de busca do prazer mas de libertar-me de uma serie de tabus e medos de “cuidado pode machucar” “enviar qq coisa pode encher de micróbios” etc
    Agora não vivo sem eles. Da até do dos pintos de verdade não são tão grandes e grossos como os vibradores.

    Agora qt ao seu relato pensei um pouco melhor e vc esta certa essa parte da massagem de estimular parece interessante. Fiquei curiosa.

  9. Oi Lê (desculpa a intimidade, é que eu te acompanho desde o inicio do blog, já te acompanhei em tantos momentos bons e ruins aqui que me sinto intima…rsrs vc me ajuda bastante e acho que nunca tinha comentado antes :D )

    Eu conheci um cara que na primeira vez que me levou pro motel levou um oleo de bebê tb, eu ri internamente… mas qdo ele me perguntou se poderia fazer algo e se eu não iria achar estranho eu disse que “td bem!”… acho que no fundo ele “tentou” fazer essa famosa massagem, ganhou pontos comigo só por tentar… ele só precisa de um pouco mais de jeito hehehe

    Mas olha a sua experiencia toda (e a minha!) só me faz querer que deveriam existir esse tipo de “cursinho” p homens, eu iria adorar unir o util ao agradável e poder beijar o cara no final…rs (concordo com vc, gosto da troca de agradecimentos :D )

    Beijão
    Nina

  10. Já falei por aqui zinhos de vezes q n tenho orgasmos com penetração. Lendo seu relato imaginei q talvez essa prática pudesse ajudar eles acontecerem.
    Você sabe se isso é possível?

    • Fabi, dizem que sim. Eu não tive nenhum orgasmo vaginal durante a massagem. Mas olha: não se grila, mesmo. Não há nada de errado com você e você não está “perdendo” nada porque não goza com penetração.

        • André, só o primeiro terço da vagina tem terminações nervosas que levam ao prazer. A maior parte das mulheres não atinge orgasmo vaginal.

          O importante é o modo, a posição e o ritmo. Isso varia de mulher pra mulher, mas geralmente não gostamos de pau-britadeira (aquele entra e sai frenético).

          • Essa é a resposta-padrão que os urologistas dão em questionários, mas eu já ouvi diferente. Na minha percepção um membro um pouco menor precisa de mais esforço pra atingir essa posição e modo certos enquanto um com encaixe mais “ideal” (o que não quer dizer que maior é sempre melhor) faz isso de maneira mais fácil.

            Claro que é tudo subjetivo, mas eu lembro de um post seu afirmando o contrário.

          • Afirmando qual contrário?

            Se o pênis for MUITO pequeno, André, realmente não vai conseguir atingir o ponto G. Mas o ponto G é facilmente localizável com os dedos, então não é necessário ter 20 centímetros de pênis pra isso.

            Falando de MIM apenas: pênis menores são melhores para sexo anal e mais confortáveis para sexo oral. O importante é a estimulação de todo o corpo ser feita corretamente. O problema é que muitos homens se ligam muito no próprio pinto – por isso mesmo ficam tão grilados quando broxam. Não é bom pra ninguém.

          • Ok, não exatamente afirmando o contrário, mas em um dos posts dos “números” tempos atrás eu lembro de você exaltar a grossura do rapaz como uma coisa memorável e ter se sentido “preenchida” de um modo muito bom.

  11. Ola!!! Minha primeira vez aqui, e diferente do que dizem sobre as primeiras vezes, foi otima! rs
    então eu ando numaaa puuutaaa curiosidade de fzr, mas num to com grana sobrando e eles (pelo menos o unico q eu conheço eh o metamorfose) não dividem!!
    Bom acho que eh mais grana do que coragem.. não sou nada tímida e tenho varias dúvidas sobre orgasmos múltiplos, ponto G e nunca ejaculei..
    Muito obrigada pelo relato aberto da experiência, qm sabe quando eu for eu relato pra vc! =) bjok

    • Olá, então por favor não leve o que vou falar para o lado de uma cantada, mas sei o quanto pesa o lado financeiro, fiz o curso,individual, mas preciso praticar e a terapeuta ao dar o curso utiliza de modelos pra receber as massagens, e acho que essa é uma forma de passar pela experiência de uma forma muito respeitosa, e sem custo. Se quizer pense nisso e poderemos um ajuddar ao outro. Um abraço

  12. Bom, eu tive a mesma curiosidade e não aguentei, fui lá também no terapeuta tantrico e foi uma otima experiencia, também tenho mania de prestar atenção em tudo ao meu redor, mas chega um momento que a unica coisa que seu corpo faz é responder aos estimulos e ate com a vibração das musicas eu gozei.
    Logo tive a mesma vontade de aprender para praticar, descobri que podia escolher entre fazer o curso individal ou em grupo (cerca de 8 casair) claro que resolvi fazer em grupo, quando cogitei com meu namorado esse curso ele falou que não, não iria tirar a roupa no meio de tantas pessoas….pensei, pensei e resolvi ir só, o curso acontece das 9 as 18hs( sabado e domingo), mandei “esse fim de semana será com as amigas”, crie coragem e enfrentei o mostro, para minha surpresa todos os 16 participantes, também haviam arrumado uma desculpa e lá estavam, com tanto medo, receio e vergonha do desconhecido.
    Para minha surpresa os homens estavam mais encanados do que as mulheres,” como assim ficar pelado no meio de tantas pessoas”.
    o trabalho do profissional orientador é fantastico, conseguiu deixar todos muito a vontade e nos com respeito com o corpo do outro.
    Fiz e recebi umas 4 vezes a massagem tantrica durante o fim de semana.
    Foi muito bom ter essa experiencia e hoje entendo que o orgasmo esta relacionado com meu corpo, meus sentidos, o sexo sim é uma troca, onde se compartilha o corpo, sentidos, o orgasmo é uma consequencia neste caso.
    bjs
    Patty

    • Patty…tem algum site desse curso, p/ eu saber aonde é e valores? Como é a sensação de fazer algo em publico com desconhecidos? Não rola uma trava, constrangimento, ou ate ciumes p quem é casado? Tenho interesse em fazer com meu marido..bjs

    • Patty, me diz uma coisa, nessa massagem q vc fez, e nesse curso ambos usaram o aparelhinho vibrador, ou foi só manual? Estou perguntando isso pois não fiz o curso em grupo por ser um final de semana todo, mas fiz individual e fiquei frustrado pois queria aprender a ter o resultado sómente com toques manuais e com o uso do vibrador senti que não valia, sensação machista, vc entende, mas ainda tenho interese em saber se existem profissionais que fazem só manualmente.Bem um abraço

  13. Ei, Nádia!
    Fiz o curso de massagem tântrica (esse que você aprende a fazer) junto com meu namorado! Recomendo pra todos os casais do mundo! Foi uma experiência super intensa e muito massa de auto-conhecimento, conhecimento do corpo um do outro, entrega total. Fora o quanto foi legal estar numa sala com mais 7 mulheres gozando ao mesmo tempo (e, em seguida, compartilhando com as mesmas 7 a experiência de fazer a massagem nos homens). E fora, é claro, os orgasmos mais intensos da minha vida! Duas amigas foram sem parceiro, pra fazer o curso com desconhecidos, e também tiveram uma experiência ótima.
    Bom, não é uma coisa pra se fazer todo dia, durante o sexo – porque é super cansativo, demanda um tempo maior, muito óleo, etc. Mas combinamos de treinar a massagem com alguma frequência!

    Enfim, só pra compartilhar a experiência do curso – e defender um pouquinho a massagem tântrica, que eu achei incrível!

    • Carol..aonde foi que vc fez o curso? tenho interesse, também! E não é constrangedor fazer em outros desconhecidos e vice versa, como isso é trabalhado?

  14. Lethicia… Que ótimo esse post!
    Confesso que nunca imaginei que pudesse existir esse tipo de massagem! Fiquei com muita curiosidade e muita vontade tbm!!
    Me conta… Qual foi o seu critério para escolha da terapeuta? Vc ligou para mais de uma? Por qual razão preferiu fazer a massagem com uma mulher??
    A massagem acontece em algum lugar discreto? Eu ficaria meio envergonhada em compartilhar sala de espera com outras pessoas…

    • Thais, é uma *espécie* de masturbação, simplificando bastante. Mas ela demora bastantão (uma hora, ou mais), é realizada por outra pessoa e há manobras específicas, mais, digamos, técnicas.

  15. Léticia,

    Já que botou todas as pessoas com um pensamento menos euclidiano para pensar nesses tempos de existência do blog, deixe-me te dar uma indagação.:

    Se “todas” as massagens tântricas são assim, vibrador e tudo mais, onde estava a eletricidade nos ultimos mais de mil anos de existência do tantra indiano?

    Não ache que masturbação é tantra, pode até ter tantra na massagem que recebeu, mas tantra não é ‘a arte de gozar’, caso tenha interesse maior, um texto sagrado do tantra foi traduzido em 1913 – e virou referência ocidental pra isso, e é possivel ler o mesmo na integra na internet, o nome é “Mahanirvana Tantra”.

    Eu, particularmente – como Mestre de Tantra, tenho diversos problemas pessoais com ‘massagens’ tântricas que levam apenas o lado sexual em consideração.

  16. Então Letícia, quem não fica estimulado lendo uma matéria dessas? Eu como já estou batendo os 61 aninhos a adoro sexo e claro já não sou nenhum gatotão procurei fazer o curso pra poder quem sabe suprir o famoso vigor da adolescência e aprimorar e nobre arte, e na verdade poder proporcionar mais prazer a minha parceira e é claro elevar minha auto extima.Porem confeço que fiquei um pouco frustrado pois não imaginava que era necessário o uso do famoso vibrador, imaginava que essa massagem fosse sómente manual, e a terapêuta afirmou que realmente a maioria usa o bullet,e que com o processo manual o efeito não é tão satisfatório mas que existem alguns terepêutas que não o utilizam,estou a procura de algum terapêuta que faça sómente manual, pois não me convenci, pois a matéria q vi no programa do Otávio Mesquita sobre o assunto, a reporter não relatou em nenhum momento o uso do bullet e reltou que foi uma experiência única e fantástica, se solber de alguem que de um curso desta fforma agradeceria se me informasse ou mesmo algum dos leitores. Agora é realmente uma experiência maravilhosa poder proporcionar tantos orgasmos seguidos e intensos à sua parceira mas ai entra a parte mais difícil ao homem latino e machista “ter que recorrer à um objeto eletrônico pra proporcionar o que gostaria de fazer com os próprios recursos” Bem um abraço

  17. Nossa nunca tinha ouvido tantas asneiras junto … filha antes de você postar algo, procure se informar … dessa forma você denegri a imagem do profissional e a arte em si , pesquise se informe , por detrás dessa arte existe uma historia um porque e uma filosofia, siga o conselho do Mestre Bagwan Bhava ele sabe o que diz e você verá que esta arte não tem nada a ver com o que descreve …

  18. Ola pessoal, é a primeira vez que entro aqui e gostei muito do que foi publicado. Não sou Expert em massagem e nunca fiz nehum curso. fiquei curioso pelo assunto ao assistir uma reportagem na tv sobre massagem tantrica. corri para o google, pesquisei, vi alguns videos, li um livro intitulado, o segredo do toque amoroso.
    Arrumei uma namorada e em nosso primeiro encontro tentei colocar em pratica o que havia aprendido. O resultado foi surpreendente, ela me disse que homem algum fez ela gozar tão intensamente e por tantas vezes. depois em um segundo relacionamento foi a mesma coisa. Ate hoje uso esse metodo para dar muito prazer a minha parceira e não tenho ajuda alguma de vibrador. basta aprender estimular os pontos certos que os resultados são fantasticos. boa sorte!

  19. gostei do relato, muito bom, mas parece que a pessoa que passou pela experiência tem um certo problema em ser tocada, sentir tesão, prazer.
    Ela disse que a passagem não é para ela, mas se é tão bom não tem motivo pra não querer mais.

  20. Pessoal finalmente tomei coragem e fui conhecer a massagem tantrica, pois sempre tive vontade de ser tocada por outra mulher. Bem, achei uma terapeuta que atende em copacabana e alem de ser bonita e uma pessoa maravilhosa. Ela nao usou nenhum tipo de bullet, trabalhou apenas com as maos, mas foi enlouquecedor e mudou inumeras coisas em minha vida. hoje devo meu agradecimento a ela, a essa pessoa tao humana q se chama Hali, q me ensinou q a mulher e um ser sagrado e q seu corpo merece amor e respeito. Olha, nao tenho palavras p descrever o q senti, mas posso dizer q nao existe nada parecido e a depressao q me acompanhava a tres anos foi parar em outro planeta. Faco a massagem mensalmente e recomendo que procurem uma terapeuta tambem, pois vale a pena.

  21. Q bom ler sobre sua experiência, Nádia. Vc pode conhecer as manobras específicas no lingam em alguns vídeos na internet. Não é a mesma coisa q uma aula prática, mas vale a pena. Gosto dos vídeos da Zana e Fabi, terapeutas tântricas q trabalham em Barcelona.

    Abraço

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